Olá!
Acho que não fui bem sucedido na 1º postagem, de qualquer forma estou aqui tentando novamente, é sim muito importante o depoimento de todos.Então...Sem dúvidas nenhuma, foi para eu e muitos outros a melhor disciplina, do curso até agora, junto com o melhor professor...armonia perfeita.
Talvez se não fosse por toda essa energia positiva das aulas, a dinâmica usada, a calma e tolerância do professor eu nem estaria mais nesse curso, ao invés de ser somente criticado como fizeram alguns professores, fui incentivado e então me senti motivado para proceguir com o mesmo.Enfim, foi super produtivo, aulas que jamais esquecerei, gostaria de agradecer os toques dado pelo professor Erinaldo, em relação ao elemento surpreza.Isso ajudou muito em meus trabalhos profissionais, foi um grande salto.Em relação a turma, apesar de ter a impressão de chato por alguns, o que tenho a dizer é que existem três tipos de pessoas: As que não sabem o que acontece; as que fingem que acontece; e as que fazem acontecer, por isso se você escolhe a última opção paga o preço, e como dizia meu pai:"tudo que custa caro é bom."
Sei que preciso melhorar cada dia que passa, mais sei também que tenho muita força de vontade e que tudo será questão de tempo, acredito na mudança, o tempo cobra maturidade, parabéns por todo esse empenho e atenção dada, não só para eu como também para toda turma que com certeza assim como eu tem só agradecer, me sinto uma pessoa diferente depois de ter passado por todo esse processo, me vi na pele dos jesuítas, de repente era como se eu estivese na infância de prata, vindo da bronze tentando migrar para a de ouro, fiz um toor na revolução fracesa, aprendi instalar a instalação, pensei em como fazer uma assemblagem, mas resolvi por investir no elemento surpreza, quando pensei que tudo passou, me vejo como pesquisador de minha própria instituição que até então eu próprio desconhecia, assim consegui através de temas abordados na sala, apresentados por mim ou meus colegas, diferenciar conceitos e ao mesmo tempo a importância das artes visuais para a sociedade, que nos dias atuais apresenta-se distante da arte.Espero poder ter muitas aulas com esse nível, cheia de surprezas, desafios e superações, hoje por exemplo estou postando meu depoimento em um blog.
Atenciosamente;
RONALDO CORDEIRO
sábado, 27 de outubro de 2007
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
SEM COMENTÁRIOS
QUANDO LI ESSAS FRASES, AS ÚNICAS PALAVRAS QUE ME VEIO À CABEÇA FOI: 'PENSE NUM TEMPO BOM ESSE!" - QUEM ACERTAR PASSA DE ANO.
PORQUE ANTIGAMENTE DURAVAM OS CASAMENTOS!!!
*Frases retiradas de revistas femininas das décadas de 50 e 60:
"Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas". (Jornal das Moças, 1957).
"Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu Carinho e provas de afeto, sem questioná-lo". (Revista Claudia, 1962).
"A desordem em um banheiro desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa". (Jornal das Moças, 1965).
"A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas, servindo-lhe uma cerveja bem gelada. Nada de incomodá-lo com serviços ou notícias domésticas". (Jornal das Moças, 1959).
"Se o seu marido fuma, não arrume briga pelo simples fato de cair cinzas no tapete. Tenha cinzeiros espalhados por toda casa" (Jornal das Moças, 1957).
"O noivado longo é um perigo, mas nunca sugira o matrimônio; Ele é quem decide - sempre". (Revista Querida, 1953)
"Sempre que o homem sair com os amigos e voltar tarde da noite, espere-o linda, cheirosa e dócil". (Jornal das Moças, 1958)
"É fundamental manter sempre a aparência impecável diante do marido" (Jornal das Moças, 1957).
E para finalizar:
"O lugar de mulher é no lar. O trabalho fora de casa masculiniza". (Revista Querida, 1955)
CONCLUSÃO:
Não se fazem mais revistas instrutivas como antigamente!!!
SELMA LESSA -
PORQUE ANTIGAMENTE DURAVAM OS CASAMENTOS!!!
*Frases retiradas de revistas femininas das décadas de 50 e 60:
"Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas". (Jornal das Moças, 1957).
"Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu Carinho e provas de afeto, sem questioná-lo". (Revista Claudia, 1962).
"A desordem em um banheiro desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa". (Jornal das Moças, 1965).
"A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas, servindo-lhe uma cerveja bem gelada. Nada de incomodá-lo com serviços ou notícias domésticas". (Jornal das Moças, 1959).
"Se o seu marido fuma, não arrume briga pelo simples fato de cair cinzas no tapete. Tenha cinzeiros espalhados por toda casa" (Jornal das Moças, 1957).
"O noivado longo é um perigo, mas nunca sugira o matrimônio; Ele é quem decide - sempre". (Revista Querida, 1953)
"Sempre que o homem sair com os amigos e voltar tarde da noite, espere-o linda, cheirosa e dócil". (Jornal das Moças, 1958)
"É fundamental manter sempre a aparência impecável diante do marido" (Jornal das Moças, 1957).
E para finalizar:
"O lugar de mulher é no lar. O trabalho fora de casa masculiniza". (Revista Querida, 1955)
CONCLUSÃO:
Não se fazem mais revistas instrutivas como antigamente!!!
SELMA LESSA -
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Resum(ung)o muito resumido (Parte 2)
Das escolinhas de Artes eu já falei e é pessoal meu aprendizado, quem falar mal eu meto o pau
que a ditadura usou pra calar a boca de quem queria, e quem falou o fez por entrelinhas, entre o claro o escuro,
Como em arte-educação-artística, luz muito fraca que chegou a iluminar poucos, mas na luz no fim do túnel eu quase chego a acreditar
quando penso na Formação de sujeitos criativos pelos processos mentais
ou na nova onda de crer Cultura, o Visual.
Então é isso, Erinaldo! Valeu! Minhas críticas foram feitas numa boa conversa pós-aula, em companhia da amiga Shirley e da vossa, mui honrada.
E o Futuro, o que pensar depois do que aprendi?
Uso uma poesia ácida de Tavinho Teixeira porque bom-humor é bom sempre!
que a ditadura usou pra calar a boca de quem queria, e quem falou o fez por entrelinhas, entre o claro o escuro,
Como em arte-educação-artística, luz muito fraca que chegou a iluminar poucos, mas na luz no fim do túnel eu quase chego a acreditar
quando penso na Formação de sujeitos criativos pelos processos mentais
ou na nova onda de crer Cultura, o Visual.
Então é isso, Erinaldo! Valeu! Minhas críticas foram feitas numa boa conversa pós-aula, em companhia da amiga Shirley e da vossa, mui honrada.
E o Futuro, o que pensar depois do que aprendi?
Uso uma poesia ácida de Tavinho Teixeira porque bom-humor é bom sempre!
gII
“quando se esquece a idéia fixa de amar alguém
se esquece também a idéia do futuro ideal
a idéia nada mais é que uma lámina gII
onde a primeira faz tchan
e a segunda faz tchan tchan
o que f... é o ideal do tchan tchan tchan tchan.”
Raquel Stanick
Resum(ung)o muito resumido (Parte 1)
Os Jesuítas chegaram e o que era plumagem colorida de índio e azul de céu aberto ficou cinza de pedra de igreja e inventaram
três infâncias, que eram e ainda são de várias cores, menos preta retinta, que esta não era criança não, era coisa para
Missão Francesa pintar como liliputianos serviçais, e embasbacar europeu com ares de trópico exótico e linhas puras de classicismo, e brasileiro imitar rendas e fricotes e frescuras igual o papagaio que
Theodoro Braga queria mandar estampar, para mostrar o que é que o Brasil tinha (tem?).
Tem Anita Malfatti, que mulher guerreira deu a liberdade a seus alunos que lhe foi extirpada por causa de Monteiro Lobato e tirou do trono do exclusivo o domínio das técnicas de desenho, e seguiu pintando mas não bordando como nas
Artes Aplicadas, onde aplicava-se o conceito de que tudo que não fosse preconceito era mentira e eu já lavei a louça e fiz o jantar e estou aprendendo crochê, Sr. Getúlio! Doméstica é a vovozinha!
três infâncias, que eram e ainda são de várias cores, menos preta retinta, que esta não era criança não, era coisa para
Missão Francesa pintar como liliputianos serviçais, e embasbacar europeu com ares de trópico exótico e linhas puras de classicismo, e brasileiro imitar rendas e fricotes e frescuras igual o papagaio que
Theodoro Braga queria mandar estampar, para mostrar o que é que o Brasil tinha (tem?).
Tem Anita Malfatti, que mulher guerreira deu a liberdade a seus alunos que lhe foi extirpada por causa de Monteiro Lobato e tirou do trono do exclusivo o domínio das técnicas de desenho, e seguiu pintando mas não bordando como nas
Artes Aplicadas, onde aplicava-se o conceito de que tudo que não fosse preconceito era mentira e eu já lavei a louça e fiz o jantar e estou aprendendo crochê, Sr. Getúlio! Doméstica é a vovozinha!
Raquel Stanick
Trabalhos manuais e artes aplicadas
As mãos que constroem o mundoNo final da década de 1930, acolhendo enunciados escolanovistas, articulavam conjuntamente as denominações "ensino do desenho e trabalhos manuais ou artes aplicadas", sendo que cabia os trabalhos manuais para os meninos e economia doméstica para as meninas.
As escolas profissionalizantes masculinas conjugava desenho e trabalhos manuais, o curso pretendia apresentar sugestões para quem quisesse fazer em casa sem professor, porém havia a preocupação do desmerecimento da arte, por se associar a "utilidade das coisas"; dessa feita o desenho era o ingrediente qualificador da conotação artística.
Achei de grande valia quando do pensamento da autora Maria de Lourdes Lemgruber -do livro "compêndio de Trabalhos Manuais", enfatiza que a educação moderna é educação para a vida e o uso das mãos tormava o espírito leve e descanssava o cérebro.
Essa argumentação, baseava-se que no passado cuidavasse do intelecto, aqueles que almejavam carreira universitária e quem se dedicava ao ofício tinha seu desenvolvimento intelectual atrofiado; verificou-se depois que as mãos nunca poderiam viver separadas do cérebro e que o trabalho manual concorria para o desenvolvimento mental, sendo assim o operário alimentado intelectualmente desempenharia seu ofício muito melhor.
Selma Lessa
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Carta de Lula para Marta
Estão exagerando
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Prezada MarTaçuPliçi.
Cumpanheira,
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Prezada MarTaçuPliçi.
Cumpanheira,
As coisa aqui na China é bem diferente aí do Brasil. Aqui não tem baiano, não tem pernambucano, não tem carioca, não tem goiano. Não tem italiano, nem africano, nem zoropeu. Nem índio tem aqui. É uma loucura, parece uma tinturaria gigante, só tem chinês. Eu aqui estou cometendo muitas " garfield", como se diz em italiano, aqueles errinho de dipromacia que sem querer a gente se acomete, principalmente, nas hora de reconhecer as pessoa. As pessoa chinesa é tudo muito parecida uns conzotro. Eu acho que as fotografia três por quatro aqui, pros documento, é vendida nos supermercado em saquinho de seis ou meia dúzia, nos tamanho pequeno, médium e pai de santo. Outra coisa aqui que não me vai é as comida. As pessoa come muita coisa que não é de comer, como gafanhoto por exemplo. Tem gente que mata a cobra e come a cobra também. Felizmente, ninguém ainda me mostrou nada de mau. As língua que as pessoa fala aqui também é muito difícil e até agora a Marisa e eu não trocamo uma palavra. A gente não aprendeu o chinês, não sabe inglês e quase esqueceu o português. Mas tá dando pra ser virar, porque a gente faz muito sinal cas mão e as pessoa faz tudo o que a gente qué. É incrível, mas aqui todo mundo me trata como seu fosse o presidente do Brasil. As parte escrita não usa as letra que nem nóis tem o ABC, o analfabeto completo que vai de A a V. Eles desenha uns rabiscos bonito, mas eles chama de 'um grama'. Todo fala que cada palavra é de um grama. Acho que pra escrever "'um quilo" a gente faz mil desenho de um grama e aí dá tudo certo. Pelo menos os número aqui é que nem em português, é tudo pelo sistema desce mal. Apesar dos pesar, eu tô achando tudo muito interessante e tô aprendendo muitas coisa. Eu já sei, por exemplo, como os chinês dá nome pros filho que nasce. Quando os menino nasce, eles pega uma latinha vazia e vão no alto da escada. Aí eles chuta a lata e conforme as latinha vai caindo nos degrais eles vão pondo o nome na criança: lim.... pim...... pom..... lim.... pem. Agora, eu deixo aqui os meus abraço a todos os que não foram com a gente pra cá e também para os que ficaram por aí. E pra quem pensa que é só no Brasil que tem jeitinho já vou avisando: aqui na China, quando alguém quer conseguir uma boquinha, todo mundo dá um jeito de mexe os pauzinho também! Assim que eu voltar aí pros cone sul, eu te aviso. (Eu nem liguei meu celular porque eu não sei falar Chinês).
Abraços, do Lula CÁ.
P.S. - Amanhã os cara qué me levá pra ver As Muralha, mas eu já vi essa minisérie no Brasil.
Postado por Danielle Travassos, que não tinha muito trabalho hoje e ficou..... Beijos
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