terça-feira, 4 de dezembro de 2007
3º Simpósio Estadual de Artes - PARTE I
Aqui está todos os tópicos que formamos juntos sobre os temas discutidos no Simpósio do qual participamos!
Abraço a todos!
Deduções do Simpósio - Feitas pelos alunos do Curso de Licenciatura em Artes Visuais - UFPB.
* O PROFESSOR DE ARTES DEVE TER / FAZER OU SER:
§ Responsabilidade;
§ Fugir a Regra;
§ Ter Inovação;
§ Ser Contemporâneo/ Atual;
§ Ter um Domínio de Conhecimento;
§ Aprender e entender quais são os direitos e deveres do professor;
§ Estar preparado para mostrar que somos competentes;
§ Deve ter um bom planejamento;
§ Aprender e entender a legislação para o ensino das artes visuais;
§ Incorporar a vida do aluno ao processo pedagógico;
§ Ser propositivo;
§ A escola deve ter uma estrutura/ espaço e materiais adequados para que o professor de artes visuais possa dar aula;
§ O professor deve buscar alternativas quando necessário, bem como a solicitação aos órgãos competentes;
§ Ter dinamismo e saber envolver o aluno na aula;
§ Aproximar a escola da vida do alunado;
§ Envolver os pais dos alunos;
§ Questionar o sagrado, o intocável;
§ Reformular os projetos curriculares junto com o alunado;
§ Trabalhar o contexto atual do aluno, sem se restringir a isto. Ou seja, ampliar os horizontes;
§ Encontrar novas alternativas de trabalho;
§ Dar ao aluno a auto - expressividade;
§ Trabalhar com o aluno a motricidade;
§ Reconhecer o trabalho do aluno;
§ Evitar o fazer artístico excessivo.
Waleska
domingo, 2 de dezembro de 2007
Jose Pacheco Educacao na TV APEOESP By Quesada
Este vídeo traz trechos da palestra de José Pacheco, enfocando a noção de alfabetização, aprendizagem e outras questões, como relação trabalho x salário. Execelente!!!
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
FICHAMENTO
“Um fichamento completo deve apresentar os seguintes dados:
1. Indicação bibliográfica – mostrando a fonte da leitura (cf. ABNT)
2. Resumo – sintetizando o conteúdo da obra. Trabalho que se baseia no esquema (na introdução pode fazer uma pequena apresentação histórica ou ilustrativa).
3. Citações – apresentando as transcrições significativas da obra.
4. Comentários – expressando a compreensão crítica do texto, baseando-se ou não em outros autores e outras obras.
5. Ideação – colocando em destaque as novas idéias que surgiram durante a leitura reflexiva.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Entrevista com Rosa Iavelberg
É também a coordenadora do Curso de Especialização em Linguagens das Artes, na mesma instituição. Por ocasião do lançamento de seu livro mais recente, “O desenho cultivado na Infância” (Zouk Editora), nos concedeu esta entrevista.
A Profª. Rosa é ainda autora de mais dois livros, bibliografias de referência na área de Arte/Educação.
- “Ensino de Arte” (Thomson Pioneira, 2006), escrito em parceria com a Profª. Luciana Mourão Arslan.
- “Para gostar de aprender arte” (Artmed, 2003).
1. Profª. Rosa, como você avalia a atual situação do ensino de arte nas escolas brasileiras?
O quadro é diversificado. Temos projetos com qualidade, mas um número expressivo de escolas da rede pública e privada não desenvolve trabalhos adequados à aprendizagem em arte e não promove a formação cultural.
2. Qual seria, na sua visão, o ideal do ensino de arte nas escolas?
Creio que as equipes de professores e profissionais das escolas e secretarias deveriam ter autonomia para concretizar, em paradigmas contemporâneos, o desenho curricular e a orientação dos professores, com abertura a avaliadores internos e externos para acompanhar as práticas em seus resultados de aprendizagem.
Os aspectos importantes são: a formação dos professores para ensinar arte, programas de acessibilidade aos bens artísticos e culturais, com provisão de meios para acessá-los e, principalmente, a inclusão de arte como área de conhecimento na escola, como forma imprescindível à educação das crianças e jovens.
Além disto, toda ação educativa precisa ser concebida em redes institucionais envolvendo escolas, secretarias de educação e cultura, organizações não-governamentais, universidades, instituições culturais, bibliotecas, associações representativas dos profissionais da arte e da educação. Um sonho assim vale a pena e certamente nos ensinará sobre a diversidade nos espaços escolares.
Entrevista retirada na íntegra do site http://aguaras.com.br/2007/05/04/entrevista-com-rosa-iavelberg/
SHIRLEY TANURE
terça-feira, 30 de outubro de 2007
conclusão das tarefas de Erinaldo
A defesa da arte como percepção visual
Para Arnheim a criação não surge do nada, pois a percepção não é um ato casual, ou um sentimento passivo, mais de uma significação cognitiva e representacional. A arte não é uma atividade “misteriosamente inspirada do Alto” e sim o produto da atividade visual, resultado de um processo dinâmico entre intuição e intelecto, forma e função, conteúdo e significado, texto e contexto de produto e recepção.
O bom sujeito docente é o profissional capaz de ajudar e discernir categorias visuais, enaltecer princípios, relações culturais respeitando o nível de compreensão do aluno.
A defesa da arte como elemento de interação perceptiva
A noção de ensino pelo método e processos mentais pautava-se na articulação de enunciados em critérios formulados pela teoria da criatividade, especialmente de operações cognitivas.
O bom sujeito docente seria o profissional capaz de provocar experiências perceptivas e acionar dispositivos mentais, levando o aluno a analisar, especular, suscitar problemas a serem resolvidos, através da percepção seletiva, análoga e síntese. Enfim alguém capaz de selecionar uma atividade artística porque considera um processo mental especifico para o exercício da criatividade.
Interculturalismo e estética do cotidiano
O ensino é pautado na interculturalidade e na estética do cotidiano e no das artes visuais rechaça, da mesma maneira que faz a proposta triangular o expressivismo excessivo, dissociados todo tempo de informação cultural e o monoculturalismo, contribuindo para que compreendam as diferenças culturais e os próprios valores.
O bom sujeito docente é quem consegue, através da reflexão comparativa mostrar que as culturas são diferentes e tem importância para os que a vivenciam.
Ai!! professor finalmente enviei minhas postagens.
Maria José.
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Postagem do Prof. Erinaldo
Esta frase é um incentivo pra quem deixou os estudos no passado e agora retorna meio perdida.
Bem vamos ao que interessa.
Os jesuítas: Chegaram trazendo suas formas de ensino hierarquisado, implantando uma infância destinada a vida espiritual(divinisada) tão presente ainda hoje principalmente nas pinturas dos tetos de algumas igrejas e seus saberes dissociados da vida, que só interessava a eles.
Passamos por: Teodoro Braga- um brasileiro preocupado com nossa fauna e flora que se perguntava o porque de copiar o de fora se temos uma natureza tão inspiradora? peugunta muito inteligente.
Ai vem Anita malfatti - articuladora do movimento modernista. Para Anita a criança era vista como um pequeno homem, foi nesta epoca que houve uma rupturta no regime e o sujeito que desenha passou a ser vistocomo alguém que podia expressar o seu eu.
Vimos também a importância dos trabalhos manuais ou artes aplicadas.
muito bem apresentada por Dani e Selma, vi que havia diferença pois entendia como artes manuais os trabalhos que são hoje considerados como artesanatos.
Trabalhos manuais para meninos
Artes aplicadas para meninas, apresentação bárbara como diz o profrssor Erinaldo.
Maria José
Até a próxima, espero que dê certo.
sábado, 27 de outubro de 2007
Ronaldo
Acho que não fui bem sucedido na 1º postagem, de qualquer forma estou aqui tentando novamente, é sim muito importante o depoimento de todos.Então...Sem dúvidas nenhuma, foi para eu e muitos outros a melhor disciplina, do curso até agora, junto com o melhor professor...armonia perfeita.
Talvez se não fosse por toda essa energia positiva das aulas, a dinâmica usada, a calma e tolerância do professor eu nem estaria mais nesse curso, ao invés de ser somente criticado como fizeram alguns professores, fui incentivado e então me senti motivado para proceguir com o mesmo.Enfim, foi super produtivo, aulas que jamais esquecerei, gostaria de agradecer os toques dado pelo professor Erinaldo, em relação ao elemento surpreza.Isso ajudou muito em meus trabalhos profissionais, foi um grande salto.Em relação a turma, apesar de ter a impressão de chato por alguns, o que tenho a dizer é que existem três tipos de pessoas: As que não sabem o que acontece; as que fingem que acontece; e as que fazem acontecer, por isso se você escolhe a última opção paga o preço, e como dizia meu pai:"tudo que custa caro é bom."
Sei que preciso melhorar cada dia que passa, mais sei também que tenho muita força de vontade e que tudo será questão de tempo, acredito na mudança, o tempo cobra maturidade, parabéns por todo esse empenho e atenção dada, não só para eu como também para toda turma que com certeza assim como eu tem só agradecer, me sinto uma pessoa diferente depois de ter passado por todo esse processo, me vi na pele dos jesuítas, de repente era como se eu estivese na infância de prata, vindo da bronze tentando migrar para a de ouro, fiz um toor na revolução fracesa, aprendi instalar a instalação, pensei em como fazer uma assemblagem, mas resolvi por investir no elemento surpreza, quando pensei que tudo passou, me vejo como pesquisador de minha própria instituição que até então eu próprio desconhecia, assim consegui através de temas abordados na sala, apresentados por mim ou meus colegas, diferenciar conceitos e ao mesmo tempo a importância das artes visuais para a sociedade, que nos dias atuais apresenta-se distante da arte.Espero poder ter muitas aulas com esse nível, cheia de surprezas, desafios e superações, hoje por exemplo estou postando meu depoimento em um blog.
Atenciosamente;
RONALDO CORDEIRO